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Ortopedia Traumatologia Cirurgia Preservadora do Quadril

Prótese Total de Quadril Minimamente Invasiva

 

O quadril é a articulação entre o osso da bacia (acetábulo) e o osso da coxa (fêmur).

Na artrose, há deformidade óssea e de limitação dos movimento da articulação do quadril, pois a cartilagem que reveste o osso acaba se desgastando provocando dor. A dor é agravada com os movimentos.

 

A implantação de prótese no quadril é uma das cirurgias ortopédicas mais realizadas no mundo.

O implante será responsável por substituir as superfícies articulares desgastadas. A prótese é encaixada no acetábulo (osso do quadril) e no fêmur (osso da coxa), assim, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Os componentes da prótese podem ser de metal, de ligas de metal, de polietileno, de cerâmica e, mais raramente de outros tipos de materiais, podendo ser fixados ao osso com ou sem cimento.

Disponíveis em diferentes tamanhos, as próteses raramente são rejeitadas, durando em média 15 anos. É importante levar em conta que ela se desgasta e descola, sendo possível uma provável substituição.

Por conta disso, a escolha do melhor tipo de prótese varia de acordo com o paciente. É necessário ter atenção a idade, qualidade óssea, frequência de atividade física, saúde em geral e expectativa de vida do paciente.

A prótese não cimentada – revestida por material poroso que permite que o osso cresça em torno dela e fixada sob pressão – é a preferida nos jovens e nos pacientes com idade inferior a 65 anos e com boa qualidade óssea.

Considerando a condição anatômica de cada paciente, estão dispioníveis próteses em vários tamanhos, geometrias e diferentes tamanhos de cabeça femoral. Assim, são possíveis várias combinações para que se consiga a melhor função fisiológica da articulação do quadril, considerando ainda a situação anatômica particular de cada paciente.

Em se tratando do componente femoral, a utilização de haste convencional é a mais indicada. Já a mini haste e sistema de revestimento (hip resurfacing system) tem indicações específicas.

As condições de de cada paciente determina os materiais das superfícies de carga (componentes da articulação), ou seja, do par articular (tribologia). Cada cirurgião tem a sua experiência e preferências.

O par articular metal/polietileno (MoP) é o mais comumente utilizado, em função da larga experiência de uso e de follow-up (40 anos), sendo ainda o mais econômico. Já os pares articulares cerâmica/polietileno (CoP) e cerâmica/cerâmica (CoC) têm desgaste mais reduzido em comparação com o MoP, mais maior risco de fratura da cabeça de cerâmica. O CoC, em algumas situações, ocasiona ruído no quadril.

É importante considerar a indicação de cada prótese:

  • MoP para qualquer tipo de paciente, mas principalmente para os com mais idade;
  • CoC para pacientes mais jovens que exerçam profissões consideradas leves e que não pratiquem esportes de impacto;
  • CoP para pacientes considerados jovens sem atividade desportiva de impacto.

O tamanho da cabeça de 28 mm de diâmetro tem sido o mais utilizado e com os melhores resultados. A utilização de tamanhos maiores requer condições particulares e específicas.

 

O pós-operatório inicia-se imediatamente, após o paciente se recuperar da anestesia.

Imediatamente à cirurgia e logo que o paciente acorde da anestesia geral e tenha controle de movimentos ou que recupere a mobilidade dos membros inferiores, deverá mexer os tornozelos para cima e para baixo (flexão e extensão), bem como os joelhos, sentindo os músculos a contraírem-se.

É importante, pois que com a contração muscular se inicia o movimento de recuperação funcional das articulações e se faz a prevenção do tromboembolismo.

A aplicação de medicamentos profiláticos para o tromboembolismo inicia-se entre 6 e 12 horas após a cirurgia.
O paciente permanece no leito de 24 a 48 horas e logo que possa estar sentado, não deverá estar deitado e logo que possa ficar em pé, não deverá estar sentado.

O dreno será retirado entre as 24 e as 48 horas, o que deixará o paciente livre de “tubos” e com sua mobilidade melhorada para poder caminhar de muletas aos poucos e cuidar de sua higiene pessoal.

Seguindo as instruções do cirurgião e dos enfermeiros de recuperação o paciente vai saber sair da cama, ir ao banheiro, andar de muletas, subir e descer degraus, entrar e sair do carro.

A alta deve ser consentida até 4 dias após ser operado, podendo ir para casa, onde deverá continuar a sua recuperação.

Na alta são prestadas todas as informações a seguir no domicílio, são passadas receitas dos medicamentos a ministrar (profilaxia tromboembólica, analgésico, outros), é dada informação escrita sobre a operação e os cuidados necessãrios, bem como a data da retirada dos pontos e sobre a recuperação e os cuidados a ter em casa.

É estabelecida ainda, a vigilância e os cuidados pós-operatórios futuros.

 

Avaliação
O primeiro passo para a cirurgia é a avaliação geral do paciente através de exames de imagens, exames complementares e demais informações necessárias para o sucesso do procedimento. Indica ainda a indica a suspensão de medicamentos antes da cirurgia, marca a data da cirurgia de acordo com o paciente, dá as instruções e passa documentos necessários ao internamento, presta toda a informação e dá todos os esclarecimentos solicitados pelo paciente.

Autorizações
O cirurgião solicita as autorizações necessárias às entidades convencionadas ou seguradoras para a cirurgia, caso necessário.

Sincronia com o bloco operatório
O cirurgião acorda com o bloco operatório a data e hora da cirurgia e dá indicações de todo o material necessário para a cirurgia e da casa fornecedora do material da prótese.

No dia da cirurgia, é necessário autorização para o procedimento, o paciente assina um termo de compromisso antes de iniciar a operação, podendo desistir da cirurgia.

 

A presença de um acompanhante é necessária para ajudar no período de recuperação da cirurgia.
O paciente apenas será operado quando tiver consciente de todos os procedimentos operatórios e pós-operatórios.

O paciente deve estar preparado psicologicamente e deve ir para a operação com pensamento positivo, pois é muito importante a sua participação durante a recuperação, mantendo a mente no objetivo final que é o alcance da melhoria.

Em casa, deve haver preparação também:
Deverá ter espaço livre para que o paciente, em sua recuperação, possa caminhar sem ter riscos de queda, cuidar detalhes como tapetes e fios soltos no espaço onde for caminhar, etc.

 

Devem ser feitas as seguintes radiografias:

  • RX de bacia;
  • RX de coxo-femoral.

Além destes exames, o médico pode solicitar outros RX e ainda tomografia ou ressonância magnética.

Isso varia em cada caso e também do perfil patológico dos pacientes.

 

Apesar de ser uma operação complexa, normalmente ocorre sem problemas.
Vale ressaltar que qualquer procedimento cirúrgico não é isento de riscos, podendo haver complicações.

Os riscos que ser ocorrem por conta da prótese no quadril são: infecção, tromboembolismo, dismetria, luxação, fratura periprotésica, lesão vascular, lesão neurológica.

Durante a cirurgia, é feito o balanço adequado entre a possível dismetria e a probabilidade de luxação. O cirurgião busca igualar o comprimento dos membros inferiores, diminuindo ainda a probabilidade da prótese se deslocar e não luxar.

A profilaxia da infecção é feita com aplicação de dose adequada de antibióticos, durante a indução anestésica, para prevenir a infecção que pode acontecer de 1 a 2% dos pacientes operados.

As complicações pré-operatórias de lesão vascular, de lesão neurológica, de fratura, entre outras, são raras.

 

Quando há artrose, a melhor solução é a substituição por uma prótese.

Esta doença causa dores que melhoram com o uso de medicamentos. Contudo, o paciente terá sérias limitações em suas simples atividades diárias, como colocar os sapatos, levantar-se, sentar-se, entre outras.

 

As próteses duram, em média, 15 anos. Isso depende de cada paciente. Em alguns casos elas podem durar 15, 20 ou 30 anos ou mais e, em outros 7, 10 ou 12 anos.

 

A colocação da prótese não é uma cirurgia definitiva, já que as mesmas se desgastam ou descolam e pode ser necessário fazer uma substituição.

Embora muito raramente, a prótese pode ser rejeitada por diferentes motivos, como infecção, alergia aos materiais e, em alguns casos, deve ser retirada.

 

  • Para aqueles que possuem artrose de quadril (osteoartrite degenerativa primária ou secundária);
  • Para aqueles que tenham sofrido fratura do colo do fêmur (sem possibilidade de osteossíntese com prognóstico aceitável);
  • Para quem tenha doença inflamatória no quadril como a artrite reumatoide;
  • Ainda em casos de patologias raras.

Considerando estas situações, a prótese no quadril é indicada para pacientes que possuem dor intolerável e que possuem limitação de movimentos.

O implante tem como objetivo:

  • Eliminar a dor;
  • Melhorar a mobilidade;
  • Recuperar os movimentos normais;
  • Melhorar a qualidade de vida.

 

Principalmente nos pacientes mais idosos, é necessário transfusão de sangue.
Pacientes com hemoglobina mais baixa também necessitam.

Jovens com valores sanguíneos de hemoglobina elevados  geralmente não necessitam de transfusão.

Pacientes que tomam medicamentos para coagulação, como varfine, aspirina ou outros anticoagulantes, deverão informar ao médico.

Atualmente as transfusões de sangue não dão problemas.

Há pacientes que por questões religiosas optam em não aceitar a transfusão de sangue.
É possível realizar o procedimento correndo mais riscos.

 

O momento correto de operar não é determinado pela idade do paciente.

A cirurgia deve acontecer quando:

  • A dor no quadril se tornar intolerável;
  • As limitações nos movimentos do quadril impedem a atividade de vida normal do paciente.

 

A cirurgia para colocação de prótese tem como objetivos:

  • Eliminar a dor;
  • Melhorar a mobilidade da articulação;
  • Recuperar os movimentos do quadril;
  • Melhorar a qualidade de vida.

 

O paciente será informado sobre:

  • Patologias que podem ter dado origem às alterações sofridas na articulação do quadril;
  • Alternativas de tratamento;
  • Objetivos da operação;
  • Constituição da prótese;
  • Método de fixação;
  • Materiais utilizados;
  • Sobrevida média da prótese;
  • Riscos operatórios;
  • Técnicas anestésicas existentes;
  • Complicações possíveis, tais como a infecção, tromboembolismo, fratura, dismetria, luxação, complicações vasculares, neurológicas, etc.
  • Transfusão de sangue;
  • Consentimento;
  • O ato operatório em si;
  • Precauções tomadas pelo médico;
  • Medidas adotadas para a diminuição da probabilidade da ocorrência de todas as possíveis complicações;
  • Recuperação;
  • Pós-operatório.

 

O paciente deverá levar ao hospital apenas pertences que são indispensáveis para os dias quando serão realizados os procedimentos

Na chegada ao hospital, ele ou o acompanhante deverá informar as necessidades extras ou de utilização de aparelhos ou dispositivos médicos.

Deve levar toda a medicação que já está prescrita, roupas confortáveis, sapatos fechados que não escorreguem com facilidade e produtos de higiene pessoal.

 

A cirurgia para inserir a prótese no quadril é realizada por um médico ortopedista.

Durante a preparação, é fundamental que o paciente responda a todo questionário feito pelo médico onde consta, histórico familiar, histórico de alergias e outras perguntas importantes para o sucesso da operação.

O médico também será responsável pela escolha do melhor tipo de anestesia: peridural ou geral.

A cirurgia propriamente dita inicia-se com a incisão da pele e dos tecidos moles para aceder à articulação, as superfícies ósseas são preparadas e a prótese é devidamente colocada.

Durante o procedimento, será colocado um dreno para drenar fluídos. É neste momento que será avaliada a necessidade ou não de transfusão de sangue. O procedimento segue com a inserção da prótese.

Após a conclusão da operação, o paciente é levado para a unidade pós-anestésica, onde vai continuar a ser monitorizado e vigiado até ter condições para poder regressar à sua cama no quarto.

O dreno é retirado 48 horas após o procedimento. O paciente é liberado até 4 dias depois da cirurgia.

Os movimentos permitidos de recuperação deverão iniciar-se o mais breve possível.

No processo de recuperação, é essencial que o paciente siga todas as orientações do médico. O acompanhamento de um fisioterapeuta também é indicado. A recuperação total após o implante é em média de 6 meses.

 

Os registros são realizados no ato da operação, seguindo as normas gerais estabelecidas e de acordo com as normas particulares de cada hospital.

Entre os registros, estão as características técnicas dos componentes da prótese utilizados, com informações fornecidas ao paciente.

O paciente deve continuar com os cuidados em casa, seguindo as orientações prescritas pelo médico.

 

Os cuidados devem ser tomados sem receio, porém com os cuidados necessários para evitar quedas e a luxação de prótese.

É aconselhável que a recuperação funcional seja orientada por um fisioterapeuta ou em clínica de fisioterapia, para que a mesma seja mais fácil e rápida e se possa retomar as atividades do cotidiano.

 

Durante o primeiro ano após a cirurgia, é importante que haja avaliações clínicas e radiológicas no intervalo de 1, 3 e 6 meses para que seja acompanhado a recuperação e evolução do paciente e o estado da prótese.

Após este período, as consultas devem ser realizadas ao menos uma vez por ano para que seja acompanhado o estado de saúde do paciente e o estado da prótese.

 

É gratificante tanto para o médico quanto para o paciente que o mesmo volte após 6 meses e diga que a operação de prótese tenha alcançado êxito e que valeu a pena ser operado.

Tratamento do Impacto Femoroacetabular

 

O Impacto Femoroacetabular é o contato anormal entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. Atinge normalmente adultos na faixa etária entre os 20 e os 50 anos de idade, principalmente aqueles que praticam algum esporte.

Esta patologia tem como sintoma dores, desconfortos e mobilidade limitada, tornando-se mais intensas ao efetuar atividades que requerem movimentos de flexão e rotação interna e movimentos simples do cotidiano, como sentar com a perna cruzada.

O diagnóstico correto é realizado com base em exame clínico e exames complementares, tais como Raio X e Ressonância Magnética. Além disso, o exame físico pode confirmar a patologia.

 

O diagnóstico é feito com base nos exames clínicos e complementares, como Raio X e Ressonância Magnética.

O exame físico também é preciso para o diagnóstico correto do problema. Assim, o médico poderá avaliar as particularidades na rotação interna do quadril e na flexão.

Nos exames de imagem, podem ser detectadas alterações ósseas, lesões no lábrum e na cartilagem.

 

Os exames mais solicitados são:

  • RX da face do quadril;
  • RX da bacia;
  • RX de perfil do quadril;
  • RX da coluna;
  • Ressonância Magnética;
  • Tomografia;
  • Artroscopia.

 

O paciente que se queixa de dor no quadril, queixa-se normalmente de fortes dores na região inguinal, região de grande trocânter, região região glútea, na coxa ou no joelho.

A evolução pode ocorrer durante meses ou anos, com duração de minutos a horas, tendo sensação de desconforto no quadril.

A dor se agrava ao efetuar atividades que requerem movimento de flexão, adução, rotação interna, inclusive para efetuar atividades comuns no dia a dia.

Normalmente, atletas e pessoas que praticam esportes com frequência sofrem desta patologia.

 

Há quatro tipos diferentes de Impactos Femoroacetabular, são eles:

Tipo A
Neste tipo de Impacto, não há alterações morfológicas, mas por conta de movimentos amplos e repetitivos pode haver sintomas de problemas no quadril. É comum este tipo de incômodo acontecer com atletas.

Tipo B
Chamado de tipo “Pincer”, é mais frequente em mulheres e sua evolução é mais lenta.

É caracterizado pelo excesso de cobertura acetabular, ou seja, excesso de osso em torno do acetábulo, podendo ser total ou parcial.

Isso acontece na região que une a cabeça com o colo femoral. Os movimentos repetidos de flexão do quadril fazem com que cabeça e colo femoral encostem no ósseo em execesso do acetábulo, fazendo com que comece o processo de desenvolvimento da artrose do quadril.

Tipo C
Chamado de tipo “CAM”, é mais frequente nos homens e sua evolução é rápida.

Neste caso, a cabeça femoral não é esférica e, por conta dos movimentos repetitivos, perde a esfericidade da cabeça do fêmur, dando inicío ao processo de artrose. Em seguida, podem ser desenvolvidas lesões do lábrum.

Tipo D
Este é o chamado tipo “Combinado”, pois está associado a todos os sinais e sintomas dos tipos “CAM”e “Pincer”.

 

Normalmente, o tempo de intervalo entre o aparecimento dos sintomas e o diagnóstico é longo. Por conta disso, existe um período no qual o tratamento é feito por medicação, fisioterapia, entre outras técnicas. Mas, a maneira correta de tratar, qualquer tipo, é de forma cirúrgica.

Existem três técnicas cirúrgicas para tratar estas patologias. A escolha depende de cada caso e fica a critério do médico.

Artroscopia
Indicada para casos mais simples, é uma técnica minimamente invasiva. Realizada com o uso do Artroscópio (câmera pequena e luz), a operação pode ser feita em uma pequena abertura.

O tempo de recuperação varia de acordo com cada caso.

Técnica Aberta com Luxação Segura
Pouco utilizada, esta técnica é mais agressiva. Por conta disso, é indicada para casos de situações mais complexas e que exigem grande exposição da articulação do quadril.

Técnica Mista de Ribas
Esta técnica é minimamente invasiva, complementada pela Artroscopia. É realizada abertura de 4 a 6 cm que permite tratar as lesões com o uso do artroscópio, permitindo uma exploração completa da articulação com exame dinâmico.

A recuperação deste procedimento é rápida, deixando uma pequena cicatriz.

 

Normalmente os resultados do tratamento do IFA são positivos, mas a operação deve ser realizada em estágio inicial da doença, ou seja, enquanto não houver deterioração mais acentuada da articulação.

Em estágios mais avançados, quando as alterações já são mais graves, os resultados podem não ser positivos.

 

A recuperação destes tratamentos é relativamente rápida e simples. Inicialmente deve-se tomar cuidado na rotação do quadril, evitando o excesso de movimentação.

Para evitar as dores, é utilizada medicação. A fisioterapia também é indicada neste período já que a mesma trabalha a movimentação e a recuperação das articulações.

 

É de extrema importância o acompanhamento da cicatrização da ferida operatória e no seguimento da recuperação funcional.

Futuramente serão realizados exames de controle de regressão das deformidades e de vigilância da doença.

 

São raras as complicações deste tratamento, mas podem acontecer e são mais frequentes na coxa do nervo femorocutâneo lateral, infecção, tromboembolismo e ossificação heterotópica.

Algumas outras complicações também podem acontecer, como: necrose avascular da cabeça do fêmur, rigidez articular, luxação, etc. Porém, as mesmas também são raras.

 

O tratamento do IFA é cirúrgico.

Com a cirurgia são reparadas lesões do lábrum e da cartilagem, sendo removidas as dismorfias ósseas.

Alguns tipos de IFA podem ser tratados com a remoção do osso em excesso, permitindo o restabelecimento da esfericidade da cabeça do fêmur e da concavidade normal da junção cabeça-colo.

Patologias do Quadril no Adulto Jovem

 

É comum que homens e mulheres adquiram, na fase adulto jovem, o hábito de praticar exercícios com frequência, desde uma corrida no parque até uma aula de dança ou pilates. Por conta disso, algumas doenças do quadril acabam surgindo e intensificando-se neste período da vida.

Uma das patologias que mais ocorrem é a Síndrome do Impacto Fermo-acetabular, essa está relacionada a uma das causas do surgimento de Artrose no quadril. É comum estar relacionada a pessoas fisicamente ativas, gerando dores e desconfortos na parte anterior ao quadril ou na virilha, piorando de acordo com os movimentos de flexão e rotação articular.

No caso desta doença, ocorre um impacto na região entre as estruturas ósseas que compõem a articulação, o que acaba ocasionando uma lesão na cartilagem articular. Quando isso ocorre, o paciente, que em sua maioria são pessoas entrando na fase adulta, podem ter uma sensação dolorosa na região, tendo dor aguda quando faz movimentos ao girar ou agachar.

Para melhor diagnóstico, é necessário realizar testes irritativos que simulam o mecanismo de lesão, assim como é preciso de exames de imagem em diferentes posições, tomografia computadorizada para observar as estruturas osteoarticulares e a ressonância magnética par verificar se há lesão de tecidos moles.

 

O quadril é a articulação que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (pélvis), permitindo o movimento dos membros inferiores.

As patologias mais comuns são:

Epifisiólise
Fácil de ser confundida com dores musculares e ósseas, esta patologia é caracterizada pelo pelo escorregamento da cabeça femoral na bacia. É difícil diagnosticar as causas desta doença que tem como principal sintoma, dores na virilha que podem irradiar para o lado interno da coxa até o joelho, o que dificulta a mobilidade do quadril.

Pubalgia
Inflamação do púbis.

Esta patologia atinge principalmente homens e jogares do futebol por conta do estresse provocado no osso púbico. Tem como principal sintoma as fortes dores abdominas e na virilha.

Artrose
Mais comum em pessoas com mais de 60 anos de idade, a Artrose é uma doença degenerativa crônica. Tem seu diagnóstico mais tardio, pois não gera dor inicial. O espaço articular sofre redução e os movimentos ficam limitados.

Síndrome do Piriforme
Localizado na região profunda da nádega, o músculo piriforme é o responsável pela rotação externa da coxa. Esta Síndrome surge por conta da decorrência de uma compreensão do nervo ciático, que passa por dentro do músculo piriforme e inflama pelo aumento de tensão ou presença de espasmos no músculo.

Entre os sintomas estão as dores nas nádegas e queimação, podendo irradiar para as pernas.

Anquilose do Quadril
Normalmente é uma patologia classificada como secundária. A Anquilose do Quadril representa a ausência de movimento da articulação do quadril.

Artrite Reumatoide
Normalmente esta doença atinge as articulações das mãos e dos pés, mas pode afetar também os quadris. Trata-se de uma inflamação crônica que resulta em dor, redução do arco de movimento e inchaço local e, além de afetar as articulações, pode atingir também outros órgãos do corpo.

A principal causa desta patologia é a tendência genética. Além disso, é uma doença autoimune, ou seja, o próprio sistema imunológico acaba atacando os tecidos saudáveis do corpo.

Bursite do Quadril
A Bursite tem como principal sintoma a dor no quadril que dificulta a realização de atividades físicas, inclusive na hora de dormir.

É uma consequência originada da inflamação das bursas trocantéricas, que estão localizadas no quadril. Estas por sua vez, atuam de modo a facilitar o deslizamento de tendões e fáscias sobre o osso.

Síndrome do Impacto Femoroacetabular
Ocorre em decorrência à alterações morfológicas da cabeça do fêmur ou do acetábulo, ocorrendo entre ambos. Para que o quadril esteja saudável, o normal é que a cabeça femoral não entre em atrito com a borda do acetábulo no decorrer de exercícios ou na realização de movimentos rotineiros.

Displasia do Desenvolvimento do Quadril
Mais frequente em mulheres, esta doença é caracterizada principalmente pela diferença entre os membros e pela dor nos joelhos ou na coluna lombar. Em decorrência de alterações no quadril em crescimento, a cabeça do fêmur pode ficar descentralizada no acetábulo.

 

O pré-operatório é fundamental para que a cirurgia ocorra de maneira segura. Durante este período, será necessária uma avaliação completa do paciente, passando por diferentes especialistas.

É fundamental o bom relacionamento entre médico e paciente, pois o acompanhamento clínico segue durante anos uma vez que existe chance de realizar a troca da prótese após 15 ou 20 anos do primeiro procedimento.

Para trazer segurança e tranquilidade ao paciente, uma série de procedimentos são realizados antes da cirurgia:

Exames
Primeiramente são pesquisados os sintomas do paciente e suas limitações causadas pelo problema no quadril, por exemplo, se há difuldade para caminhar, dormir ou até mesmo colocar as meias.

Antes de qualquer procedimento cirúrgico, é necessário fazer exames físicos completos para o sucesso da operação. Assim como exames de imagem e sangue para que possa fazer o diagnóstico correto da doença e avaliar as possibilidades de tratamento além do procedimento cirúrgico.

Avaliações
Para realizar a cirurgia do quadril é importante fazer check up completo do paciente. Ou seja, é indicado consultar outros especialistas como carilogista, neurologista, hematologista, urologista, endocrinologista, entre outros, para ver as reais condições clínicas do paciente para passar por este procedimento.

Medicamentos
O contato direto com outros especialistas é essencial caso o paciente faça uso de medicação contínua.

O manejo de algumas medicações deve ser suspenso em até uma semana antes da cirurgia. A redução da dose para cada caso, é de responsabilidade dos especialistas.

Doenças sanguíneas
O paciente perde cerca de 200ml de sangue durante e após o procedimento. Porém, são poucos os casos que necessitam de transfusão de sangue.

Uma das possibilidades, é realizar a doação de sangue do próprio paciente semanas antes do procedimento. Mas, assim como em qualquer outra etapa preparatória para a cirurgia do quadril, é necessário avaliar os custos e os benefícios para o paciente.

O objetivo principal desta cirurgia é a diminuição da dor, para que o procedimento tenha sido realizado um sucesso, é importante seguir as orientações médicas e, tomar alguns cuidados para que a recuperação do paciente seja total.

Logo após a cirurgia
Após o procedimento, o paciente é mantido de barriga para cima com as pernas levemente abertas, para evitar movimentos excessivos que possam causar o deslocamento da prótese.

O dieta deve ser avaliada de acordo com o tipo de anestisia aplicada.  Em maioria, após as três primeiras horas, já pode ser ingerido líquidos.

Primeiros dias
A reabilitação depende de alguns fatores, como idade do paciente, estado de consciência, complexidade da cirurgia, tipo de prótese e o estado de saúde.

Nos dois primeiros dias, alguns exercícios são indicados, como: exercícios respiratórios, contração de músculs sem movimento das articulações, exercícios de movimentação dos membros inferiores e do quadril.

Terceiro a sexto dia
Normalmente, a alta hospitalar é dada entre o terceiro e sexto dia após a operação, em geral, o paciente logo está apto a caminhar em superfícies planas com auxílio de andador. A transição do uso de andador para muletas depende da recuperação do paciente.

Primeira a sexta semana
Os reforços musculares são diversificados. Devem ser reforçadas as precauções para que não haja luxação nestas primeiras semanas após a cirurgia do quadril.

É recomendado que durante este período o paciente tenha acompanhamento de um fisioterapeuta para melhorar o processo de recuperação.

Segundo mês
A partir do segundo mês da operação, o paciente já deve estar caminhando bem, mas também é neste período que os exercícios de recuperação são intensificados.

Estudos apontam que a recuperação da força muscular normal no quadril demora mais de dois meses na maioria dos pacienetes. Ou seja, os exercícios de reforço muscular devem ser mantidos em longo prazo, com aumento gradual na exigência à musculatura.

 

É classificado como doenças crônicas aquelas que persistem por períodos superiores a seis meses e acabam não sendo resolvidas em um curto espaço de tempo.

Quando uma das principais doenças que atingem o quadril se tornam crônicas, é o momento em que é optado pela cirurgia de prótese.

A dor causada por estas patologias, geram desconforto ao paciente para desenvolver qualquer tipo de atividade básica, como cortar as unhas dos pés, colocar o sapato, caminhar por longo período e, pode gerar incômodo inclusive na hora de dormir.

Assim, as dores ocasionadas por patologias como artrose, pubalgia, artrite reumatóide e outras relacionadas ao quadril, atrapalha o desenvolvimento da rotina e faz com que os pacientes, em geral, deixem de realizar atividades cotidianas, atrapalhando o movimento de membros inferiores e a própria qualidade de vida.

 

O principal sintoma de problemas no quadril são as dores constantes. Normalmente são sentidas após longos períodos de caminhada e movimentos excessivos do quadril. As dores iniciam-se na região da virilha, coxa e nádegas, às vezes podem ser sentidas atrás do joelho.

O diagnóstico correto deve ser feito pelo médico que será o responsável por diagnosticar a real doença e analisar a necessida, ou não, do implante de prótese no quadril.

Por não se tratar de uma cirurgia de urgência, é levado em conta o que o paciente sente. Ou seja, deve ser avaliada a intensidade da dor, se altera ou não a rotina do paciente, o tamanho da pernas, a pressão e se o paciente está mancando.

A decisão pela cirurgia é algo individual, e por não possuir urgência, pode ser feito acompanhamento com outros médicos, como cardiologista. Vale ressaltar que a prótese no quadril serve para aliviar a dor do paciente.

Por isso, cada caso deve ser avaliado clinicamente. Optar pela cirurgia depende de uma pessoa à outra, independente se há desgaste no acetábulo e na cabeça do fêmur. O que irá nortear a escolha do implante será a dor do paciente e da quantidade da perda de movimentos.

O médico irá se apoiar na avaliação clínica juntamente aos exames complementares. Assim será avaliada qual a severidade da dor e suas limitações. Mas é importante ressaltar que quanto mais se adiar a cirurgia, menores são as chances de uma segunda cirurgia. Por outro lado, pacientes que possuem severa limitação funcional não se recuperam tão bem quanto aqueles que realizam o procedimento precocemente.

Ou seja, é necessário conversar com o médico e avaliar a necessidade do uso de prótese no quadril.

Tratamento de fraturas

 

As fraturas do colo do fêmur ocorrem na região de transição entre a cabeça do fêmur e a região trocantérica.

A cirurgia de artroplastia de quadril, ou seja, a colocação da prótese de quadril, é indicada na maioria dos casos de pacientes com fratura do colo femoral. Este tipo de procedimento possibilita que a recuperação seja mais rápida que a fixação da fratura. Além disso, apresenta menor taxa na necessidade de reoperação e baixo risco de necrosa da cabeça do fêmur. Apesar disto, apresenta alguns riscos de complicações inerentes às artroplastias de quadril.

Outro tipo de tratamento para fraturas do colo do fêmur é a fixação. A grande diferença deste para a artroplastia é que a fixação preserva o osso natural, enquanto a artroplastia substitui a cabeça e o colo femoral por material artificial.

A fixação, por sua vez, coloca os fragmentos ósseos no seu devido lugar e os fixa com parafusos, placas ou hastes. Isto serve para manter os fragmentos ósseos no lugar até a cura. Esta técnica é indicada para casos de pacientes mais jovens, ativos e que têm boa qualidade óssea, ou seja, sem grave osteoporose.

Não existe limite de idade para a indicação destas técnicas, porém o bom senso deve prevalecer, uma vez que deve ser considerado as características da fratura e do paciente.

O tratamento não-cirúrgico das fraturas do colo do fêmur é indicado raramente para pacientes debilitados ou em algumas fraturas impactadas e de estresse.

 

São fraturas que atravessam a região trocantérica entre o pequeno e grande trocanter. Elas ocorrem em uma área óssea ricamente vascularizada e com quantidade de osso esponjoso. Esta é a diferença das fraturas do colo do fêmur.

As fraturas transtrocantéricas raramente “colam” e o seu tratamento é realizado através da fixação da fratura. Artroplastia de quadril também pode ser indicada em alguns pacientes com fraturas trocantéricas.

Este tipo de fratura pode ser classificado como estável e instável.

As fraturas estáveis são aquelas em que existem 2 ou 3 fragmentos ósseos e os dois fragmentos principais são relativamente preservados. Este tipo de fratura é geralmente tratada com instrumental chamado de “parafuso deslizante do quadril”, apesar de serem tratadas também com hastes.

Já no caso de fraturas instáveis, o tratamento deve ser realizado com hastes intramedulares juntamente com parafusos. Estas hastes são inseridas na medula óssea do fêmur.

 

Este tipo de fratura ocorre geralmente em acidentes de trânsito ou traumas de alta energia em pacientes jovens. Idosos com osteoporose são frequentemente diagnosticados com fraturas de pelve sem grave deslocamento após quedas.

Normalmente, o tratamento é cirúrgico e, em casos de traumas graves, podem ser desencadeadas outras lesões.

Fraturas da pelve podem causar também sérias sequelas quando não são devidamente tratadas, limitando o caminhar, disfunções urológicas, gastrointestinais, sexuais e psicológicas. Apesar das múltiplas possíveis complicações, a maioria dos pacientes recupera a função normal, sem dor.

Pacientes que apresentam fraturas na pelve possuem dor quando palpa-se a parte fraturada.

Movimentar os quadris pode ser extremamente doloroso para pacientes com fraturas no acetábulo, principalmente.

Outros sintomas apresentados são inchaço e hematomas na região pélvica e genitais. Em alguns casos, podem ocorrer fraturas estáveis (sem deslocamento). Neste, o paciente consegue se movimentar, porém com dor.

Em casos de acidentes de alta energia, pode ser causado sangramento intra-pélvico, lesões na uretra e bexiga, lesões nos nervos e vasos que vão ao membro inferior.

 

Artroscopia do Quadril

 

A Artroscopia é uma técnica de tratamento cirúrgico utilizada como método preciso de diagnóstico.

Sendo minimamente invasiva, esta permite visualizar o interior da articulação, com o uso de um Artroscópio (pequena câmera e luz),  possibilitando efetuar pequenas intervenções cirúrgicas para tratar as lesões diagnosticadas. A Artroscopia é capaz de reparar e tratar deformidades, além de inserir próteses no local.

 

Apesar de ser uma técnica pouco invasiva, a Artroscopia é realizada dentro do centro cirúrgico, com o paciente anestesiado. O tipo de anestesia será avaliada pelo médico, seja ela peridural ou geral.

São realizadas pequenas incisões, de 1 cm, para introduzir o Artroscópio e demais instrumentos. A articulação é esticada com soro fisiológico à pressão para que o médico possa ter uma melhor visualização do local a ser tratado.

Para visualizar e tratar, o médico conta com um monitor para acompanhamento dos instrumentos. Por vezes, é necessário aumentar o espaço articular, o que pode provocar adormecimento temporário da região perineal.

 

Através da Artroscopia é possível diagnosticar e tratar diferentes patologias.

Impacto Femoroacetabular pode ser tratado por artroscopia, dependente de suas particularidades:

  • Deformidade Óssea do Rebordo Acetabular (pincer)

  • Reparação e Sutura de Lesão do Labrum

  • Reparação e Sutura de Lesão do Labrum

  • Deformidade Óssea do Colo do Fémur (CAM), resseção (femoroplastia)

Lesões Intra-articulares – são geralmente tratadas por artroscopia (rotura do labrum, lesão de cartilagem, rotura do ligamento redondo, corpo livre, sinovite, confromatose, quisto intraarticular, artrite séptica, alguns casos de prótese de quadril dolorosa).

(1) – Rotura do Labrum;
(2) – Delaminação da Cartilagem;

(3) – Corpos Livres visíveis nas imagens de Rx e TAC e extração por artroscopia;

(4) – Quisto Intra-articular – exérese;

(5) – Prótese do Quadril Doloroso – exérese de tecido fibroso, causa de dor e de mau funcionamento da prótese;

(6) – Sinovite Vilonodular – exérese de vilosidades

Biópsias das Doenças Intra-articulares e a Avaliação Pós-traumatismo da articulaçãp do quadril também podem ser feitas por artroscopia

A artroscopia é um procedimento adjuvante na cirurgia conservadora do quadril (osteotomias).

Pelas técnicas endoscópicas com utilização do artroscópio pode-se fazer o tratamento das lesões peri-articulares da articulação do quadril, tais como tenotomia do psoas, plastia da banda ileotibial, reparação do tendão dos abductores, bursectomia, tratamento do conflito isquiofemoral, tratamento do síndrome do piriforme, descompressão do nervo ciático, etc.).

Tenotomia do tendão do músculon psoas-ilíaco

Plastia da banda iliotibial

Reparação de rotura do tendão do glúteo médio (coifa dos rotadores do quadril)

Bursectomia

Revisões Simples e Complexas de Próteses do Quadril

 

A revisão da prótese deve ser feita (logo que apareçam os primeiros sintomas) quando há:

  • Alterações no Raio X, Ressonância Magnética e Tomografia, que revelem desgaste ou descolamento do material da prótese;
  • Dores;
  • Claudicação.

 

A revisão da prótese no quadril torna-se mais difícil quanto maior o tempo decorrido após os primeiros sinais de falência da prótese, pelo desgaste progressivo causado no osso.

Quanto menos desgaste ósseo, melhor. Quando a perda óssea é significativa, a dificuldade na revisão é muito grande e o resultado não será o ideal para o paciente.

 

Há novos materiais para facilitar as revisões das próteses do quadril, tendo resultados cada vez melhores. São compostos por tântalo e o titânio trabeculado, com as hastes femorais revestidas e variados tamanhos.

 

 

A prótese dura em média 15 anos, por diferentes motivos é necessário sua substituição. O desgaste progressivo causado no osso é o mais comum.

Alguns sintomas indicam a necessidade de substituição da prótese:

  • Fraqueza no quadril;
  • Dores;
  • Alterações ósseas.

 

A cirurgia para o tratamento das revisões de prótese no quadril são mais complexas por conta de possíveis complicações como infecção, perdas sanguíneas e dificuldades técnicas.

A recuperação depende da reconstrução cirúrgica, ou seja, da estabilidade do pós-operatório, como:

  • Condições prévias do paciente;
  • Tempo da cirurgia;
  • Deslocamento e exposição de tecidos;
  • Necessidade ostestomias;
  • Necessidade de reconstrução óssea;
  • Perda sanguínea.

Além disso, a recuperação física é mais lenta do que o primeiro implante e deve ter acompanhamento médico e com fisioterapeuta.

 

 

A recuperação depende da operação cirúrgica realizada e da estabilidade pós-operatória dos componentes da prótese de revisão.

Além, das condições clínicas do paciente. A reabilitação física é mais lenta e difícil.